Em audiência no Juizado da Infância na manhã desta quinta-feira,19, representantes da Prefeitura de Porto Velho, dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, Tribunal de Contas, da Secretaria Estadual de Educação e da empresa que continua com pendências para a prestação do serviço de transporte escolar fluvial expuseram todos os entraves que ainda estão impossibilitando a resolução da situação que prejudica cerca de 2500 estudantes da Zona Rural da capital, que ainda não começaram o ano letivo de 2018 e tampouco concluíram o calendário de 2017.