29/11/2018
Os desafios do governador eleito - parte 2
O governador eleito terá de diminuir os gastos públicos com pessoal, viagens, diárias e eventos. Há casos de eventos apenas para promover a imagem e nada mais.
 Foto: Ésio Mendes
A situação econômica do Brasil se tornou o debate dos governadores eleitos na reunião com Jair Bolsonaro, há duas semanas. O Brasil tem mais de 14 milhões de desempregados e desse enorme quantitativo somam-se 10 milhões que vivem na informalidade. Os investimentos no país pararam. O déficit público atingiu 563 bilhões equivalente a 9% do PIB e mostra que o sistema de contas públicas está doente e realça a necessidade da Reforma da Previdência e de medidas adicionais. A possível demora em se aprovar a Reforma poderá levar o país a um choque de alta tensão jamais sentindo antes.

Com essas situações alarmantes, o nosso governador eleito Marcos Rocha também deverá tomar medidas impopulares para governar com equilíbrio. A primeira medida deve ser a diminuição de cargos comissionados. É importante verificar que Rondônia possui proporcionalmente ao seu tamanho (número de servidores públicos) a mais alta quantidade de cargos de natureza comissionada do país. É preciso cortar aquilo que não tem necessidade e atribuir a servidores estatutários a função desses comissionados.

Por que contratar uma pessoa sem vínculo se temos mão de obra estatutária que pode ter as mesmas funções com mais economicidade?

O governador eleito terá de diminuir os gastos públicos com pessoal, viagens, diárias e eventos. Há casos de eventos apenas para promover a imagem e nada mais. A quantidade absurda e desnecessária de viagens e diárias nos últimos dois anos é algo escandaloso para um Estado que necessita urgentemente de investimentos para a geração de emprego e renda.

O governador eleito terá apenas R$ 87 milhões para investir em todas as áreas, do social à infraestrutura básica. É muito pouco. Chamo a atenção do leitor para a valorização dos profissionais da educação, Rondônia está entre os 5 estados que pior remuneram os professores no Brasil. Para melhorar o salário e a carreira será necessária medidas urgentes para contenção de gastos e a primeira medida a ser tomada é o corte de comissionados e um melhor e eficaz controle de gastos públicos.

O que existe em Rondônia é um descontrole de gastos, desde o governo Cassol, em 2003, e que se estendeu até hoje. Há órgãos da administração direta com cargos comissionados além do necessário. O próprio Ministério Público de Contas junto ao TCE-RO tem observado atentamente essa situação, que gera inchaço na folha de pagamento desprivilegiando setores vitais para investimento público. O TCE-RO tem alertado os últimos quatro governadores sobre essa situação atípica, que atinge o próximo governador, a quem caberá pôr um ponto final nesse problema.

Mauro Nazif (PSB)

Se o pleno do TSE confirmar o impedimento do candidato a deputado federal pelo PDT, Melki Donandon, que foi barrado pelo TRE-RO a pedido da Procuradoria Regional Eleitoral do MPF, os votos de Melki deixarão de existir e afetará a coligação formada por (PDT, PSB, PTB, Solidariedade, PP, PR, DC e PTC). Dependendo da leitura do TSE sobre os votos do candidato Melki Donadon, o deputado federal eleito Mauro Nazif poderá sofrer algum tipo de prejuízo.

Escola sem Partido X STF

O debate da Escola sem Partido no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados) é o mesmo que tentar subir o Everest de costas. Mesmo que seja aprovada pelos congressistas e promulgada pelo presidente Jair Bolsonaro, o STF através de seus ministros, em sua esmagadora maioria ou se não unanimidade, posicionar-se-ão contrários ao projeto da Escola sem Partido. O próprio ministro presidente do STF sinalizou que sendo aprovada e entrando em vigor a Escola sem Partido, o egrégio STF irá analisar a constitucionalidade da lei. Para isso que existe o instrumento sagrado da ADIN- Ação Direta de Inconstitucionalidade que tornará a possível e provável lei em caráter inconstitucional.

Júnior Gonçalves (o empresário)

Muito desnecessária a publicação do senhor Alan Alex em seu Painel Político atacando o empresário Junior Gonçalves, que atua nos ramos de alimentos e comunicação (publicidade e propaganda). Sustentar centenas de empregos diretos e indiretos e sobreviver num país com tanta cobrança de impostos a quem é empresário, se torna algo como “Super Herói” em terras rondonienses. Ligar o empresário à política é algo totalmente infeliz por parte do jornalista. Júnior Gonçalves, acompanho sua trajetória como empresário durante esses anos todos que ele tomou à frente dos cuidados administrativos da Rede Gonçalves de Supermercados e sei o quanto se esforça para poder manter vivo e em pé tamanho e importante empreendimento que se mistura com a história dessa terra.







 

Fonte: Victoria Angelo Bacon
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