Com a estratégia de fortalecer o monitoramento das síndromes respiratórias, garantir detecção precoce e manter a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS), em alinhamento com alertas da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde (MS) intensificou, com atuação integrada dos estados, a vigilância epidemiológica da Influenza A após a identificação de casos de uma variação do vírus da gripe A, denominado como subclado K. A variação genética do vírus H3N2, popularmente chamada de “gripe K” foi confirmada no Brasil, com registros na Região Norte, sem evidências de aumento da gravidade clínica da doença.